01 — Como começou o seu percurso na hotelaria e o que a levou até aos Recursos Humanos?
Quando entrei na hotelaria, em 2022, vinha da área da construção e comecei diretamente nos Recursos Humanos, com muito pouco conhecimento sobre uma operação hoteleira.
E não comecei propriamente num período fácil. Estávamos ainda a viver os efeitos da COVID e tinha mais de metade da equipa de baixa médica. De repente, tive de aprender rapidamente o funcionamento de uma operação, os diferentes departamentos, as funções e até a distinguir um empregado de mesa de 1.ª de um de 2.ª.
Foi uma aprendizagem muito prática e muito rápida. Percebi desde cedo que, para fazer bem Recursos Humanos na hotelaria, não podemos estar afastados da operação. Temos de perceber como o hotel funciona, o que cada função exige e aquilo que as equipas vivem no dia a dia.
E hoje já levo algumas aberturas de unidades no currículo. Cheguei ao ponto em que entro num restaurante ou num hotel e começo a reparar nos copos, nos pratos, nos talheres e a tentar perceber quem são os fornecedores. [risos]
É provavelmente um dos sinais de que a hotelaria já entrou definitivamente na minha forma de olhar para o mundo.
